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O Maxi Renda é o maior fundo imobiliário do Brasil em número de cotistas, superando 1,4 milhão de investidores que confiam mensalmente nos rendimentos distribuídos pelo fundo.
A cotação MXRF11 iniciou o ano negociando na casa dos R$ 9,26 e hoje, abril de 2026, está em R$ 9,79. O preço apresenta variação positiva em 2026, refletindo o apetite do mercado por fundos imobiliários em contexto de expectativas de cortes na Selic.
O valor patrimonial por cota atinge R$ 9,49, criando relação P/VP de 1,02. Essa proximidade entre preço de mercado e valor patrimonial indica precificação justa sem grandes distorções. Investidores não estão pagando prêmio excessivo pela liquidez nem encontrando oportunidade de desconto.
A liquidez média de R$ 12,6 milhões garante facilidade de compra e venda. Volume robusto permite entrada e saída de posições sem impactar significativamente o preço, vantagem especialmente relevante para investidores que precisam de liquidez.
O peso no IFIX de 2,96% confirma a relevância do fundo no principal índice de fundos imobiliários. Essa participação expressiva atrai gestores passivos que replicam o IFIX, ampliando a demanda estrutural pelas cotas. Gráfico mostrando a cotação do MXRF11 em Abr/26 - Fonte: TradingView
MXRF11 funciona como porto seguro para quem busca renda mensal previsível sem necessidade de acompanhar o mercado diariamente. Os R$ 0,10 mensais caem na conta com regularidade, mas não espere milagres de valorização.
No último ano, MXRF11 apresentou uma variação de 21,43% em sua cotação. Esse desempenho supera largamente a inflação do período e demonstra valorização consistente mesmo em ambiente de juros elevados.
A mínima de 52 semanas ficou em R$ 7,98 enquanto a máxima alcançou R$ 9,99. A amplitude de aproximadamente 25% entre extremos ofereceu oportunidades tanto para quem comprou nas quedas quanto para quem realizou lucros nos topos.
O retorno total do acionista atingiu 21,89% considerando os dividendos distribuídos somados à valorização. Performance robusta que rivaliza com renda fixa pós-fixada e supera muitos fundos multimercado no mesmo período.
Gráfico mostrando a evolução do MXRF11 entre Abr/25 e Abr/26 - Fonte: TradingView
Em março de 2026, os investidores elegíveis receberam proventos de R$ 0,10 por cota. O fundo mantém essa distribuição pelo décimo primeiro mês consecutivo, demonstrando compromisso com estabilidade e previsibilidade.
Nos últimos 12 meses, distribuiu um total de R$ 1,19 por cota, com uma média mensal de R$ 0,10. O Dividend Yield no período foi de 12,28%. Esse patamar posiciona MXRF11 entre os fundos de papel com retorno competitivo.
A regularidade mensal facilita o planejamento financeiro de investidores que dependem de renda passiva. Diferente de fundos que oscilam distribuições mensalmente, MXRF11 oferece previsibilidade que permite orçamento mais preciso.
Janeiro 2026: R$ 0,10 (data-com 30/01, pagamento 15/01) Fevereiro 2026: R$ 0,10 (data-com 27/02, pagamento 13/03) Março 2026: R$ 0,10 (data-com prevista para fim de março)
Com patrimônio líquido de R$ 4,3 bilhões e mais de 1,35 milhão de cotistas, o MXRF11 distribuiu R$ 0,30 por cota no último trimestre de 2025, entregando um dividend yield anualizado de 15,45%, já considerando o gross-up do Imposto de Renda.
A isenção de IR para pessoa física (desde que cumpra as regras) amplifica a atratividade dos rendimentos. Enquanto dividendos de ações e JCP sofrem tributação, proventos de FIIs chegam integralmente ao bolso do investidor.
Considerando a cotação de fechamento de março/26 em R$ 9,96, o pagamento equivale a um retorno mensal próximo de 1% sobre o valor de mercado da cota. Yield mensal nesse patamar significa que o investidor recebe aproximadamente 12% ao ano apenas com distribuições, sem contar eventual valorização.
Comparado com Tesouro Selic pagando cerca de 10,75% ao ano ou CDBs de bancos médios oferecendo CDI + 0,5%, o yield de MXRF11 mostra-se competitivo especialmente considerando a isenção tributária.
No entanto, o investidor deve lembrar que rendimentos passados não garantem manutenção futura. Fatores como comportamento do IPCA, amortizações de CRIs e necessidade de realocação podem influenciar pagamentos futuros.
Compreender a estrutura patrimonial, composição da carteira e indicadores financeiros permite avaliar a sustentabilidade dos dividendos e o potencial de valorização.
O valor patrimonial representa quanto cada cota vale se o fundo liquidasse todos ativos e pagasse todas as dívidas.
Com o P/VP atual de 1,02 significa que o mercado está pagando 2% acima do valor contábil. O indicador preço/valor patrimonial do MXRF11 se aproxima de 1,01, ou seja, a cota é negociada muito próxima ao valor patrimonial por cota.
Fundos negociados com P/VP inferior a 1,00 oferecem "desconto" teórico. Aqueles acima de 1,00 cobram prêmio pela gestão, liquidez ou expectativas futuras. MXRF11 praticamente no ponto de equilíbrio sugere precificação neutra.
O potencial de ganho de capital é maior quando o mercado reprecifica o fundo em direção ao valor patrimonial. Com o MXRF11 sendo negociado praticamente no justo, enquanto outros FIIs de papel aparecem com descontos entre 7% e 12% do valor patrimonial, o fundo deixa de ser a alternativa mais atrativa do ponto de vista de relação risco-retorno para novos aportes.
A carteira do MXRF11 é composta por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que historicamente representam a parcela predominante do patrimônio do fundo. Mais de 85% da receita recorrente vem diretamente dessa classe de ativos.
A política de alocação prevê cerca de 80% do portfólio em CRIs e 20% em outras aplicações, como debêntures, LCIs, LHs e cotas de FIIs. Essa composição busca diluir riscos entre diferentes emissores e setores econômicos.
A maior parte dos CRIs está indexada ao IPCA (88,5%), enquanto 11,5% estão atrelados ao CDI. Predominância de indexação inflacionária garante proteção em cenários de alta do IPCA mas cria dependência desse indicador para manutenção de rendimentos.
Cerca de 74% da carteira de crédito está indexada à inflação, seja por IPCA, seja por INCC em operações específicas de desenvolvimento. Essa característica posiciona MXRF11 como hedge parcial contra a inflação.
Até 20% do patrimônio pode ser direcionado a permutas financeiras com retorno estimado de INCC + 13% ao ano. Embora sejam componente de maior risco, participação limitada dilui impacto no portfólio total.
Em dezembro, a gestão do FII MXRF11 movimentou mais de R$ 260 milhões em aquisições no secundário de CRIs, com destaque para a realocação de cerca de R$ 75 milhões no CRI Shopping Itaquera.
O MXRF11 também concluiu a venda do Edifício Oceanic, originado da execução do CRI Harte, apurando lucro de R$ 2,6 milhões. Capacidade de recuperar e monetizar ativos problemáticos demonstra eficiência da gestão ativa.
Ajustes táticos no book de FIIs incluíram reduções parciais em TELM11, MCLO11 e HGRU11. Rotação de posições busca otimizar retorno ajustado ao risco e aproveitar oportunidades identificadas pela equipe de gestão.
MXRF11 é fundo imobiliário de papel com estratégia híbrida, focado em ativos de crédito imobiliário. Funciona captando recursos de investidores através da venda de cotas e alocando esses recursos em CRIs e outros ativos com lastro imobiliário.
Taxa de administração de 0,90% ao ano sobre patrimônio líquido cobre serviços de administração e gestão. Sem cobrança de taxa de performance, alinhando interesses entre gestores e cotistas através de estrutura de remuneração previsível.
Criado em setembro de 2011, o fundo acumula mais de uma década de histórico comprovado. Longevidade e crescimento patrimonial consistente validam modelo de negócio e atraem investidores conservadores.
Diversificação entre emissores reduz risco de concentração. Carteira pulverizada entre múltiplos CRIs de diferentes empresas e setores evita que problema pontual comprometa resultado geral.
Gestão ativa na seleção e acompanhamento das operações diferencia MXRF11 de fundos passivos. Equipe monitora crédito, negociar melhores condições e ajustar posições conforme cenário macroeconômico.
Todo investimento carrega riscos. Fundos imobiliários de papel apresentam exposições específicas que o investidor consciente deve compreender antes de alocar capital.
CRIs são títulos de dívida lastreados em empreendimentos imobiliários. Se emissores enfrentarem dificuldades financeiras, podem atrasar ou deixar de pagar, impactando a receita do fundo.
MXRF11 mitiga esse risco através de diversificação entre múltiplos emissores e análise criteriosa de crédito antes de investir. No entanto, em cenários de crise generalizada no setor imobiliário, múltiplos emissores podem enfrentar problemas simultaneamente.
Garantias reais atreladas aos CRIs oferecem proteção adicional. Em caso de inadimplência, o fundo pode executar garantias e recuperar parte do capital, embora processo seja demorado e nem sempre recupere valor integral.
Embora invista em crédito, MXRF11 é ativo listado em bolsa sujeito a oscilações de preço. Em episódios como 2014 e 2020, o fundo chegou a registrar quedas superiores a 35% no preço da cota.
A volatilidade histórica é significativamente maior que títulos públicos federais, embora inferior a ações. Investidor com horizonte curto pode enfrentar necessidade de vender em momento desfavorável realizando prejuízo.
Juros em alta pressionam negativamente preços de FIIs de papel. Quando a Selic sobe, investidores migram para renda fixa tradicional mais atrativa, reduzindo demanda por cotas e provocando queda.
Se o IPCA cair para 3%, o rendimento tende a acompanhar essa queda. Dependência da inflação significa que desinflação sustentada pode comprimir distribuições futuras.
Amortizações de CRIs devolvem principal ao fundo, que precisa alocar recursos em novos ativos. Se oportunidades disponíveis oferecerem taxas inferiores aos CRIs amortizados, o rendimento médio da carteira cai.
Emissões de novas cotas diluem rendimento por cota se capital captado não for imediatamente alocado em ativos geradores de caixa com rentabilidade equivalente. Período de transição pode pressionar dividendos temporariamente.
A resposta depende do perfil do investidor, objetivos financeiros e composição atual da carteira. Análise equilibrada considera vantagens e limitações do fundo no contexto presente.
Cenário macroeconômico e movimentos da gestão influenciam perspectivas para o desempenho do fundo ao longo do ano.
Manutenção de R$ 0,10 mensais é cenário base se inflação permanecer controlada e gestão conseguir realocar amortizações em taxas equivalentes. Ajustes pontuais podem ocorrer conforme dinâmica de alocação do capital captado em emissões.
Apenas 10% da carteira de títulos de renda fixa do FII MXRF11 é indexada ao CDI, o que limita os impactos negativos da redução gradual da taxa Selic ao longo de 2026. Predominância de IPCA+ protege contra compressão imediata por queda de juros.
Reserva de correção monetária de R$ 11,4 milhões (aproximadamente R$ 0,27 por cota) pode suavizar oscilações temporárias. Gestão possui margem para manter estabilidade distributiva mesmo em meses de geração de caixa ligeiramente inferior.
Queda da Selic tornaria renda fixa menos atrativa, direcionando fluxo para ativos de risco como FIIs. Aumento de demanda por cotas poderia pressionar preços para cima, especialmente se P/VP expandir de 1,02 para 1,05-1,08.
Valorização de 5-8% combinada com dividendos de 12% resultaria em retorno total de 17-20% no ano. Cenário plausível mas não garantido, dependendo de variáveis macroeconômicas e apetite por risco dos investidores.
Risco oposto existe se a inflação desacelerar abaixo de 3,5% ao ano. Os rendimentos dos CRIs indexados cairiam, pressionando as distribuições e eventualmente levando a ajuste negativo no preço das cotas.
Processo é idêntico à compra de ações. O Investidor precisa ter conta em corretora de valores, recursos disponíveis e conhecimento mínimo sobre funcionamento de FIIs.
Cotas ficam custodiadas na B3 em seu CPF. A corretora fornece extrato mostrando posição atualizada e histórico de transações.
Não há quantidade mínima obrigatória. Com uma cota a R$ 9,69, o investimento inicial pode ser inferior a R$ 10. A facilidade de acesso atrai pequenos investidores que fazem aportes recorrentes.
Muitas corretoras não cobram corretagem para pessoa física em operações normais. Verifique a tabela da sua corretora para confirmar isenção ou valor cobrado.
Custos pós-compra incluem taxa de administração de 0,90% ao ano já embutida no patrimônio do fundo. Investidor não paga separadamente, o impacto ocorre na rentabilidade líquida distribuída.
Avaliar MXRF11 isoladamente oferece visão incompleta. Comparação com pares permite identificar vantagens relativas e desvantagens.
IRDM11: Dividend yield de 15,1%, P/VP de 0,92, estratégia focada em CRIs de alto yield HCTR11: DY de 14,7%, carteira híbrida entre papel e tijolo RBRP11: DY de 14,2%, gestão ativa com rotação frequente
MXRF11 oferece liquidez muito superior a todos esses fundos, facilitando entrada e saída. No entanto, yield ligeiramente inferior e ausência de desconto no P/VP reduzem atratividade para maximizar retorno absoluto.
Para investidor que valoriza estabilidade, tamanho e histórico comprovado, MXRF11 justifica pequena diferença em yield. Para quem busca otimizar retorno e aceita menor liquidez, alternativas descontadas podem ser mais interessantes.
Os dividendos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham até R$ 50 mil por mês na modalidade ou R$ 600 mil por ano. Acima deste valor aplica-se a tabela abaixo
Já o ganho de capital na venda das cotas é tributado em 20%. Se comprar cota por R$ 9,00 e vender por R$ 10,00, lucro de R$ 1,00 por cota será tributado.
O investidor deve emitir DARF e pagar imposto até o último dia útil do mês seguinte à venda. Vendas até R$ 20.000 no mês são isentas de IR sobre ganho de capital para operações normais.
Na declaração anual de IRPF, informar posição em cotas no campo de bens e direitos. Dividendos recebidos vão como rendimentos isentos. Vendas com lucro acima de R$ 20.000 mensais devem ser declaradas como ganho de capital.
MXRF11 consolidou-se como maior fundo imobiliário do Brasil em número de cotistas por razões sólidas: liquidez elevada, dividendos mensais estáveis, gestão profissional e histórico de mais de uma década. A performance de 21,43% em 12 meses demonstra que o fundo continua entregando retornos atrativos mesmo em ambiente desafiador.
Para 2026, as expectativas são de manutenção dos dividendos próximos de R$ 0,10 mensais com possíveis ajustes conforme comportamento do IPCA e realocação de amortizações. Uma queda gradual da Selic pode beneficiar o preço das cotas à medida que investidores migram de renda fixa para ativos de risco.
MXRF11 permanece escolha sólida para quem prioriza estabilidade, liquidez e renda mensal previsível, mas exige expectativas realistas sobre potencial de valorização no curto prazo.
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A cotação atual do MXRF11 é de R$ 9,69, com valorização de 21,43% nos últimos 12 meses e variação positiva de 3,09% em 2026.
O MXRF11 distribui R$ 0,10 por cota mensalmente há 11 meses consecutivos. Nos últimos 12 meses, o total distribuído foi de R$ 1,28 por cota, gerando dividend yield de 12,28%.
Sim, os dividendos do MXRF11 são isentos de imposto de renda para pessoas físicas que atendam às regras legais. Já o ganho de capital na venda das cotas é tributado em 20%.
O MXRF11 negocia com P/VP de 1,02, praticamente pelo valor patrimonial sem desconto significativo. Isso limita potencial de ganho por reprecificação, tornando o fundo menos atrativo comparado a alternativas com desconto de 7-12% sobre valor patrimonial.
Os principais riscos incluem: risco de crédito se emissores de CRIs enfrentarem dificuldades, volatilidade do preço da cota que já registrou quedas superiores a 35% em crises, e redução de dividendos se inflação cair significativamente já que 88,5% da carteira está indexada ao IPCA.
A carteira é composta majoritariamente por Certificados de Recebíveis Imobiliários com 80% do portfólio em CRIs e 20% em outras aplicações como debêntures, LCIs e cotas de FIIs. A maior parte (88,5%) está indexada ao IPCA, garantindo proteção inflacionária.
Lucas Coca
Redator Técnico Financeiro
Lucas Coca é redator técnico financeiro na XS.com, com mais de quatro anos de experiência na produção de conteúdo especializado e autoritativo para plataformas financeiras digitais. Seu trabalho é focado em pesquisa aprofundada de mercado e análise financeira, traduzindo conceitos complexos de trading, investimentos e fintech em conteúdo claro e prático.
Este material escrito/visual é composto por opiniões e ideias pessoais e pode não refletir as da Empresa. O conteúdo não deve ser interpretado como contendo qualquer tipo de aconselhamento de investimento e/ou solicitação para quaisquer transações. Não implica em uma obrigação de adquirir serviços de investimento, nem garante ou prevê desempenho futuro. A XS, seus afiliados, agentes, diretores, executivos ou funcionários não garantem a precisão, validade, pontualidade ou completude de qualquer informação ou dado disponibilizado e não assumem responsabilidade por qualquer perda decorrente de qualquer investimento baseado nos mesmos. Nossa plataforma pode não oferecer todos os produtos ou serviços mencionados.
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